domingo, 24 de julho de 2011

Desabafo de Flavinha....



Que Ele veja o fruto de seu trabalho.....



Muitas coisas têm rondado minha mente e coração nesses últimos dias. Coisas boas, maravilhosas e outras não tão boas assim. Porém, recordações da Palavra de Romanos 8.28 que diz que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” têm “aquietado” o meu coração. “Aquietado” (entre aspas), pois mesmo que não dê para entender, compreender todas as coisas, eu posso crer que o Amado sabe tudo. Mesmo que a decisões sejam nossas, mesmo respeitando todo o nosso livre arbítrio, Ele controla os desígnios das nações e tem na palma de Suas mãos todos os nossos dias contados! Isso dá uma paz… Uma segurança… Um conforto no meio da assolação!

Um desses pensamentos é o amor de Deus. Como Ele, o TODO PODEROSO, o CRIADOR de todas as coisas, pode nos amar? Nós, que somos tão pecadores? Tão impuros? Como Ele pode nos ver com tanto amor a ponto de se dar, se entregar naquela cruz ? Olho para meu “espelho-espiritual” e me vejo tão hipócrita! Tão egoísta! Tão amante de mim mesma!

Capaz de coar um mosquito e engolir um elefante. Tão insensível a causa do outro! Tão incapaz de “liberar perdão”! Como Ele consegue nos amar tanto? Está “corroendo” minha mente e meu coração o pensar nisso!

Esse amor de Deus por nós, por mim, é que tem alimentado minha alma nas manhãs. Acordar e pensar nesse amor tem me dado forças para prosseguir e tentar fazer algo que O faça “ficar feliz”! Não está sendo “fácil” deixá-lo satisfeito, como diz Isaias 53.11. Há tanto pecado! Tanta tristeza! Tanta dor! Tanta preocupação! Tanta decepção!! Mas me lembro de algo: Quem sou eu para falar de dor? Quem sentiu a maior dor no Calvário por meus pecados? Quem sou eu para falar de decepção? Quem mais se decepciona diariamente quando caio e entristeço o Seu coração? Quem sou eu para falar de preocupação? Quem mais se preocupa comigo para me dar o melhor e mesmo assim reclamo e murmuro de TUDO (literalmente)? Quem sou eu para cobrar algo do Senhor?

Qualquer renúncia, qualquer afronta, qualquer dor… NADA, NADA , NADA se comparará ao que Jesus passou por mim e por você! Ele é o Perfume Derramado por nós! Que se deu por nós sendo nós ainda pecadores?! (Pergunto: será que deixei de ser “PECADORA?)

Honras? Cuidados? Livramentos? Sacrifícios?

“Que Ele veja o fruto do penoso trabalho da Sua alma (em nós) e fique satisfeito”. (Isaias 53.11)

Seja lá o que aconteça, o que passemos; o que for, que no final de tudo Ele fique satisfeito. Ele fique feliz.

Nada mais importa.

Deus abençoe!

Ps: flavinha

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Canção Da América






Não gosto de nada mela cueca(choro ou romantismo) mais achei perfeito essa musica para homenagiar os pouco amigos que ainda tenho de verdade!!

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir

Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou

Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam "não"
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração

Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.

domingo, 10 de julho de 2011

Rute, um caráter acima da média


Quem nunca viu em um convite de casamento o trecho desse versículo: ”[...] aonde quer que fores irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus”. (Rute 1.16.) Foi Rute que falou isso, se você não sabe. Ela foi “a cara” e Deus enviou para ela Boaz, que também era o “cara”. Preste atenção e, se você nunca leu o livro de Rute, aí está uma grande oportunidade não só de ler, mas também de estudá-lo.

Desenvolvimento

Rute é a personagem principal e o livro leva o seu próprio nome. Ela era uma moabita que viveu no tempo dos juízes. Você sabe de onde vem o povo moabita? Bem, vamos dar uma voltinha na história e depois voltamos para Rute. Bem, o povo moabita vem de Ló, que teve um filho chamado Moabe, em uma relação com sua filha mais velha.

Nos dias de Juízes, Eglom, rei de Moabe, invadiu terras Israelitas até Jericó e oprimiu Israel por dezoito anos. Eúde, o benjamita, o matou (Jz 3.13 – 30). Elimeleque migrou de Belém para Moabe por causa de uma época de fome e seus filhos (Malom e Quiliom) se casaram com mulheres moabitas, Órfã e Rute.

Voltando à Rute... Então, ela se casou com Malom. Alguns anos depois Elimeleque morreu, deixando Noemi viúva e, para piorar a situação, não só Noemi ficou viúva, mas também Rute e Órfã, pois seus maridos também faleceram sem deixar herdeiros, ou seja, essas três mulheres estavam desamparadas. Imagine você nessa situação, o que você faria? O que pensaria? Qual seria a sua atitude?

Noemi resolveu voltar à sua terra, porém Rute e Órfã não quiseram deixá-la. Noemi insistiu para que elas ficassem. Órfã se foi, mas Rute disse que não iria deixá-la, por isso o versículo tão famoso que citei acima, na introdução. O mais bonito disso tudo foi que Rute desejou a nacionalidade de Noemi e ao Deus dela também. E a única coisa que podia separá-las era a morte.

A primeira coisa que podemos aprender com Rute é sua lealdade. Ela foi sincera, honesta e franca com Noemi e foi fiel com seus compromissos referentes à Noemi. Ser leal é uma virtude; será que você adolescente tem sido leal a seus pais, amigos e líderes? Será que você não tem faltado com nenhum compromisso? Isso realmente é sério, antes mesmo de assumi-los temos que pensar se seremos fiéis até o fim. Muitas vezes temos o costume de assumir coisas e sabemos que não somos capazes de cumpri-las, e já pensamos: “Eu vou dar um ‘migué’ e vai dar tudo certo”! Temos que ser capazes de assumir que não damos conta; esse não é um problema, mas sim de não cumprir o combinado.

Após Rute ter afirmado que ficaria com Noemi, elas foram para Belém. Noemi tinha um parente de nome Boaz, o qual tinha campos de cevada. Como era época da sega da cevada, Rute disse a Noemi que iria apanhar espigas. E ela foi justamente ao campo de Boaz, que a notou e lhe deu proteção. Em reconhecimento de que, ela fez isso? Por conta de sua lealdade à sua sogra Noemi. Boaz convida, então, Rute para comer com seus servos, os quais receberam ordens para que deixassem espigas caídas para ela; assim, ela foi favorecida por Boaz por toda a colheita de cevada e trigo. Como Boaz era um bom homem, não é mesmo? Ajudou Rute.

Também temos algumas coisas para aprender com Boaz. Ele tinha um coração de servo, mesmo ele sendo o dono dos campos, ele favoreceu a uma estrangeira e reconheceu que Rute era uma mulher especial, e não só pensou nela, como também em sua sogra Noemi. Será que você tem ajudado as pessoas à sua volta, independente de quem elas? Não pense o que a pessoa fará com a sua ajuda, mas pense que um dia Deus irá lhe cobrar essa ajuda, como se fosse Ele próprio o necessitado.
Quando toda a colheita já havia sido efetuada, Noemi deu algumas instruções à Rute para reivindicar a proteção de Boaz. Ela sabia que ele era um verdadeiro cavalheiro.

Aqui temos duas coisas a aprender. Primeiro: a obediência de Rute à Noemi, ela não questionou, mas seguiu as ordens de Noemi. Será que você, adolescente, tem sido obediente a Deus, a seus pais, a seus líderes e aos seus professores? Obedecer às vezes não é fácil, mas a vida é uma escolha, e você tem a escolha de acertar ou errar. Então, não perca a oportunidade de ser chamado de um adolescente obediente.

A segunda coisa que podemos aprender é o cavalheirismo de Boaz. Essa lição é para vocês meninos, não deixem de ser gentis. Verdadeiros homens são gentis, dão lugares nos ônibus para as mulheres, carregam as coisas pesadas, as acompanham nos pontos de ônibus, ajudam suas mães e irmãs nas tarefas de casa, abrem a porta do carro. Puxar a cadeira para assentar não é nada antiquado ou brega, nem ser educado ao falar e agir. Essas atitudes não vão deixar vocês mais homens nem menos homens. Agora, vocês meninas devem estar pensando: “Isso mesmo, fala Deus”, não é? Ah, mas vocês também têm algo a aprender aqui. Rute era uma mulher discreta e singela, não era uma mulher pidona. Ela sabia quando agir e entrar; ela esperou que o próprio Boaz a chamasse para apanhar as coisas no campo. E há outro lado, existem meninas que não sabem receber os cavalheiros, recusam quando os meninos se propõem a ajudar. Vocês estão erradas! Eles são canais das bênçãos de Deus nas suas vidas.

Então, Rute foi à tenda de Boaz e dormiu aos pés dele. Pela manhã ele a envia para sua casa com seis medidas de cevada e com o compromisso de que, se o parente dela mais chegado não a resgatasse, ou seja, casasse com ela, Boaz se casaria, conforme a lei daquela época. Que homem sábio e obediente, cumpridor das leis. As leis e regras são boas, mas às vezes as vemos com um olhar negativo. Elas vêm para nos abençoar, porém, logicamente, temos o direito de saber por que elas existem e para que, não por rebeldia, mas com um coração que quer obedecer e entender como se faz para obedecê-las.

Tomado dez anciões da cidade como testemunhas, Boaz apelou para o parente mais chegado de Noemi que redimisse um terreno que pertencia a Elimeleque, e que era uma possessão que não devia mudar de família proprietária. A isso, Boaz se apresentou adicionalmente a obrigação de casar-se com Rute, conforme a lei. Mas o parente mais chegado não podia fazê-lo e renunciou de tal direito, em favor de Boaz.

Bem, Boaz não iria perder essa oportunidade de se casar com uma mulher virtuosa como Rute e, com certeza, se ela foi leal à Noemi, seria leal a Boaz. E Rute não recusou, pois depois de tudo que Boaz tinha feito, ela sabia que ele tinha um coração reto e íntegro e servia ao verdadeiro Deus.

Conclusão

Rute finalmente se casou com Boaz, e o primeiro filho do casal, Obede, foi dado a Noemi para que continuassem os nomes de Elimeleque, Malom e Quiliom. Viu onde a lealdade e obediência de Rute, a sabedoria de Noemi, e o bom coração de Boaz os levaram? A perpetuação da família de Elimeleque e Obede chegou a ser avô de Davi.

Busque ser um adolescente leal e obediente. Meninos, sejam gentis; e meninas, saibam aceitar a bênção de Deus, sem deixarem de ser virtuosas.

domingo, 26 de junho de 2011

Consequências de uma rejeição


Consequências de uma rejeição

“Disse o Senhor a Samuel: Atende à voz do povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele”. (1 Samuel 8.7.)

No texto de 1 Samuel 8.7, no qual os israelitas pedem a Samuel um rei para que os governe, percebemos o quão triste se mostra o Senhor. Naquele momento, Deus consola o profeta Samuel, que também se sentia rejeitado, dizendo-lhe que era a Ele, o Senhor, que o povo não desejava mais ter como seu rei e pastor. Não o desejavam mais seguir, mas sim serem como as outras nações. Desejavam ter um “homem” a quem pudessem chamar de “rei”.

Não obstante à sua dor, o Senhor ainda agindo como um Pai amoroso e cuidadoso, instruiu o profeta para que os alertasse em como seriam seus dias regidos por um rei humano; à que obrigações e encargos teriam que se submeter (1 Samuel 8.9-17). Porém, eles mais uma vez não o quiseram ouvir e clamavam: “Não! Mas teremos um rei sobre nós. Para que sejamos também como todas as nações; o nosso rei poderá governar-nos, sair adiante de nós e fazer as nossas guerras”. (1 Samuel 8.19-20.) E o Senhor, sempre fiel à sua própria natureza criadora, permite ao povo que escolha o seu próprio destino com liberdade, como desde o princípio da criação o fizera. E assim Saul se torna o primeiro rei de Israel (1 Samuel 10.24).

No desenrolar da história do povo Judeu e de todos os povos da Terra, observamos quantos males esses reis humanos, em sua grande maioria, trazem aos povos que estão sobre o seu domínio. São explorações das mais variadas, encargos dos mais abusivos, desrespeito e desigualdade em todas as áreas das sociedades. E por que tudo isso acontece? Porque esses são atributos que somente Deus é capaz de operar; pois Ele não é falho como o homem, injusto como o homem, não mente como o homem. Deus é amor!

Assim sendo, por que muitas vezes, ainda o rejeitamos? Porque o queremos distante? Não o permitimos agir? Porque muitas vezes somos como Israel. Sentimos falta do Egito, almejamos ser como as outras nações!

Reflitamos sobre isso, e permitamos ao Senhor reinar sobre nossos sentimentos, atitudes e desejos. Que nossa oração possa ser aquela que Jesus ensinou quando disse: “[...] venha a nós o Teu reino” (Mt 6.10.) e assim com certeza, vivendo conforme a sua vontade, experimentaremos uma vida plena de alegria, sem tropeçarmos em nossos erros, anseios e pecados.

Sirvamos ao Senhor e lhe permitamos nos dirigir os passos para que com Ele tenhamos uma preciosa comunhão, alegremos, pois o coração do Pai.

::Por Ana Lúcia R. Lemos

analucia_fk@yahoo.com.br

Igreja Presbiteriana do Recanto das Emas – DF

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Aos Voluntários da Proteção Animal



SÓ PRA QUEM AMA DE VERDADE OS ANIMAIS!!!



http://alminhaspeludas.blogspot.com/2010/11/aos-voluntarios-da-protecao-animal.html
Homenagem

Por você REALMENTE voluntário que com tantos compromissos agendados,não ficou indiferente diante de um animal atropelado, sarnento, esfomeado, abandonado...

Por você voluntário, que teve seu descanso interrompido para socorrer um animal aos gritos...

Por você que desceu ribanceira, correu na chuva, atolou na lama...

Por você voluntário, que mesmo sem espaço, acolheu mais um animal abandonado...

Que diante de um gemido de um cão, ou de um gato, não teve seus ouvidos tapados...

Por você que diante de um animal teve compaixão!

Que curou feridas, vacinou, castrou, amou!

Por você voluntário, que nunca escondeu a emoção...

Que chorou, que sofreu ao lado de um cão...

Que criou mais braços e pernas para alcançar soluções...

É por você voluntário, que o mundo animal tem se tornado menos pior!

É por você que inúmeros miaus e aus aus, se espreguiçam ao sol...

Brincam na grama, abanam a cauda, atendem por um nome...

E é através de você voluntário, de sua ação, que muitos animais tiveram oportunidade de reabilitação.

Que conseguiram um lar, um brilho de alegria no olhar!

A todos os voluntários,rendo minha singela homenagem.

Pelo seu amor, dedicação e coragem.

Deus abençoe toda mão que trabalha pela Divina Criação
Parabéns a todos REALMENTE voluntários!

Desconheço a autoria! Caso alguém saiba peço que informem prá eu colocar os devidos créditos!

Obrigada

Monica

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Metamorfose


O pecado deforma, o mundo reforma, mas Cristo transforma

“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Rm 12.2.)

O homem foi criado perfeito (Ec 7.29), conforme a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26), mas corrompeu-se pelo pecado, tornando-se muito diferente do seu criador. À medida que foi se degradando, o ser humano adquiriu características do tentador. Se Satanás vem para roubar, matar e destruir, quem faz estas coisas torna-se semelhante a ele (Jo 10.10).

Por esta causa, ocorreram tantas atrocidades no curso da história e ainda ocorrem. O caráter do homem deformou-se de tal modo que corrupção, guerras e chacinas tornaram-se cada vez mais frequentes e comuns.

Ainda que nem todas as pessoas se encontrem na extrema prática da maldade, é plano do inimigo que todos se corrompam ainda mais, indo de mal a pior, conforme escreveu Paulo (2Tm 3.13).

Constatar a maldade humana não é difícil. Os fatos publicados diariamente nos meios de comunicação atestam isso. Contudo, o que pode ser feito para resolver o problema?

Muitos dirão que a educação é o caminho. Quem sabe as religiões e filosofias de vida possam melhorar o homem? Apesar da utilidade que tudo isso possa ter, o efeito será apenas superficial, um disfarce para a natureza pecaminosa. Estudar é bom e aconselhável, mas o conhecimento acadêmico não muda o caráter do homem. Muitos, depois de haverem estudado durante décadas, tornaram-se mais hábeis na “arte” de roubar e enganar.

A solução está em Cristo. Seu primeiro milagre foi a transformação da água em vinho (Jo 2), deixando clara sua especialidade: Ele transforma vidas. Seus discípulos, exceto um, foram transformados. Tiago e João são exemplos dignos de nota. Tendo sido chamados “filhos do trovão” por conta de seu temperamento indócil, foram mudados através do ensino e convivência com o Mestre. Nada disso funcionou com Judas Iscariotes, porque não se trata de mágica, mas de um processo que inclui a vontade humana.

O texto de Romanos 12.2 pode nos levar a pensar que apenas o ímpio precisa ser transformado. Porém, Paulo escreveu aquelas palavras para os crentes.

O primeiro passo para a transformação está no reconhecimento do pecado. Depois, vem uma atitude dentre estas duas: conformar-se ou transformar-se.

Muitas pessoas reconhecem seus erros, mas estão conformadas com os mesmos. Chegam a dizer: “Eu sou assim e não vou mudar”. Neste caso, nem Deus poderá transformá-las em seres humanos melhores.

Antes que mude o nosso agir, falar, vestir etc., é necessário que nossa mente seja renovada. A mentalidade mundana precisa ser trocada pela mentalidade cristã. A mente do mundo pode ser resumida em uma palavra: egoísmo. A mentalidade de Cristo se resume no amor. Quando percebermos que estamos mais preocupados com o próximo do que com nossa cobiça pessoal, este será o sinal inequívoco de que o evangelho tem produzido resultados satisfatórios em nossas vidas.

Essa transformação não ocorre simplesmente pela frequência à igreja durante anos. O escritor da carta aos Hebreus afirmou que, apesar do longo tempo passado, aqueles irmãos ainda eram imaturos na fé porque foram negligentes (Hb 5.11-14).

A renovação da nossa mente e a consequente transformação do nosso caráter acontecem pela ação do Espírito Santo e da Palavra de Deus. Os que negligenciam o conhecimento bíblico, impedem a mudança necessária em suas vidas.

A experiência de Israel ilustra bem os referidos fatos. Aquele povo, mesmo tendo saído do Egito, ainda possuía um jeito egípcio de ser, pensar, agir, falar, vestir, comer etc.. Então, Deus lhes deu a lei para que desenvolvessem uma nova cultura. Assim também, a Palavra de Deus forma em nós a natureza divina (2Pe 1.4).

Na linguagem de Paulo, a natureza pecaminosa, imagem de Adão, é chamada “velho homem”. A natureza divina, imagem de Cristo, é chamada “novo homem”. São dois modos de vida, exemplificados de forma bem prática em Efésios 4.17-32.

Novamente, Paulo escreveu a crentes, exortando-os a uma mudança de vida. A conversão é apenas o início desse processo. É uma mudança de rumo, após a qual deve haver uma longa caminhada. Ainda que já nos consideremos transformados em relação ao que éramos outrora, outros níveis mais altos existem e precisamos alcançá-los.

Em Efésios 4.28 temos um exemplo disso, que pode ser esquematizado em 5 níveis:

1- Furtava.
2- Não furta mais.
3- Trabalha.
4- Faz o que é bom (e não um trabalho qualquer).
5- Reparte com o necessitado.
Nota-se, portanto, que, se já experimentamos a ação do evangelho em nós, podemos ser ainda melhores mediante o poder deste mesmo evangelho.

Na parábola do bom samaritano (Lc 10), podemos observar algumas situações ou estágios:

1- O ladrão.
2- A vítima.
3- O levita.
4- O sacerdote.
5- O bom samaritano.

O levita e o sacerdote poderiam estar muito satisfeitos por não serem ladrões nem vítimas, mas ainda não alcançaram o melhor do plano de Deus, que seria a atitude de amor ao próximo. A religiosidade não conduz o homem ao pleno crescimento espiritual.

Toda a transformação que o evangelho pode produzir em nós tem por objetivo nos fazer semelhantes a Jesus. Assim como herdamos a imagem corrompida do primeiro Adão, precisamos desenvolver em nós a imagem do último Adão, que é Cristo (1Co 15.45-49).

“Mas todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co 3.18).

A palavra metamorfose sempre nos faz lembrar a transformação da lagarta em borboleta. O homem sem Cristo assemelha-se à lagarta em seu estado asqueroso, repugnante, rastejando pelo chão. Todos desprezam a lagarta, mas nela existe um potencial, uma vocação para voar. Um dia, ela se recolhe numa crisálida. Então, parece que sua vida acabou.

Segue-se um período de quietude, isolamento, enquanto ela se transforma de dentro para fora. Enfim, surge uma linda borboleta, com um estilo de vida superior, livre para voar.

Este é também o plano de Deus para nós: que nos libertemos do pecado, deixemos de rastejar na sujeira e possamos alcançar as alturas celestiais em Cristo Jesus.

::Pr.Anísio Renato de Andrade

domingo, 5 de junho de 2011

Investigando as diferenças




Investigando as diferenças entre homens e mulheres no namoro
Uma boa reflexão sobre o namoro segundo a Palavra de Deus


Antes de tudo é importante ressaltar que tudo que falaremos aqui é uma generalização baseada em pesquisas sérias na área da Psicologia e Estatísticas de órgãos sérios. Como toda generalização, estas estão sujeitas a exceções, portanto se no seu namoro for diferente não fique indignado, mas aplique estas reflexões de acordo com a realidade e especificidade de seu relacionamento.

Existe um versículo na Bíblia que traz a solução para você nunca ter problema em um relacionamento, está em I Corintíos 7.8: “Digo porém aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem com eu.” Para quem não sabe Paulo era solteiro. É isso mesmo, só não tem problemas no relacionamento quem não namora. Relacionar envolve conviver com diferenças. Homens e mulheres são diferentes. Entender estas diferenças e aprender a lidar com elas é o desafio para tornar um bom namoro em um ótimo casamento.


1) Como funciona o cérebro: Os homens tendem a pensar uma coisa de cada vez, evitam misturar assuntos. Já as mulheres têm uma grande facilidade de "linkar" assuntos, relacionar vários temas ao mesmo tempo.

2) Memória: O homem tem muita facilidade de esquecer as coisas. As mulheres têm grande facilidade de lembrar coisas das mais antigas.

3) Como lidam com o estresse: O homem tende a se desligar de tudo, prefere ficar calado em um canto. Já a mulher precisa falar bastante.

4) Linguagem: O homem tende a ser mais simples, o que ele diz é exatamente o que ele quer dizer. A mulher possui uma linguagem mais complexa, não leve tudo ao pé da letra pois você vai acabar quebrando a cara.

5) Atitude: O homem é focado, faz uma coisa de cada vez, gosta de resolver rápido as coisas, trazer soluções objetivas. As mulheres são multitarefa, conseguem fazer muitas coisas ao mesmo tempo, tem uma relação mais subjetiva com os problemas.

A seguir algumas dicas de como aproveitar estas informações a favor de seu namoro:

* Não tente colocar para o rapaz muitas coisas ao mesmo tempo, fale uma coisa de cada vez.

* Respeite a necessidade da moça de falar, preste atenção no que ela está falando, olhe nos olhos, não tente resolver os problemas se ela não te solicitar, muitas vezes ela só quer ser ouvida.

* Quando o rapaz está estressado o melhor é deixar ele na dele, não o afogue com perguntas como “O que você está pensando?” ou "O que você tem?"

* Rapazes, para vocês cinco minutos são trezentos segundos, para a moça é um tempo indeterminado que varia de uma para a outra, portanto não fique nervoso, espere.

* Moça quando você quiser dizer algo importante para o rapaz certifique-se que ele está atento a conversa ou prestando atenção em outra coisa.

Enfim busquem conhecer bem um ao outro para evitar desgastes desnecessários, lembrem-se: o namoro é de Deus, é uma benção, portanto desfrute-o da forma certa para colher um casamento excelente.


Por Pr. Richarde Guerra
(Livremente adaptado da palestra “Melhore o seu casamento dando risada”, do Pr. Ebenézer do instituto Hagai)