segunda-feira, 21 de novembro de 2011

SOU IMATURA E DAI?


A Maturidade

A maturidade nos faz perceber que não podemos mudar os fatos
A maturidade faz parte de um processo. Em um processo não podemos queimar etapas. Ele é lento, chato e demorado. Uma criança passa por um momento de amadurecimento a partir do momento que começa a brincar. A maturidade acontece, quando tomamos posse do que nós somos, para aí então poder nos dividir com os outros. Isso faz parte do processo de maturidade.
Não nascemos amando, pelo contrário, queremos ter a posse dos outros. Essa é a forma de amar da criança, pois ela não consegue pensar de maneira diferente. Ela não consegue entender que o outro não é ela. Quantas pessoas já adultas pensam assim, trata-se da incapacidade de amar, falta de maturidade.
Todos os encontros de Jesus levam a implantação do Reino de Deus. Mas só pode implantar esse reino quem é adulto, que já entende que só se começa a amar a partir do momento, que eu não quero mudar quem eu amo.
Geralmente quando tememos alguém ruim ao nosso lado, é porque nos reconhecemos naquela pessoa. Jesus não tinha o que temer porque era puramente bom, por isso contagiava os que estavam ao seu lado. Na maturidade de Jesus você encontra a capacidade imensa de amar o outro como ele é. Amar significa: amar o outro como ele é. Por isso quando falamos em amar os outros, podemos perceber o quanto deixamos de ser crianças. Devemos nos questionar a todo o momento quanto a nossa maturidade. A santidade começa na autenticidade.
Por isso Jesus nos pede para ser como as crianças, que são verdadeiras e simples. É nisso que devemos manter da nossa infância e não a forma de possuir as coisas para si.
Você tem condições para perceber a sua maturidade. É só observar se você é obediente mesmo quando não há pessoas ao seu redor. Você não precisa que ninguém te observe, pois você já viu aquilo como um valor. Pessoas imaturas sofrem dobrado. Pessoas imaturas querem modificar os fatos, pessoas maduras deixam que os fatos os modifiquem. A maturidade nos faz perceber que não podemos mudar os fatos. Um imaturo ganha um limão e o chupa fazendo careta. O maduro faz uma limonada com o limão que ganhou. Muitas vezes os nossos relacionamentos de amizade são uns fracassos porque somos imaturos. Amigos não são o que imaginamos, mas o que eles são e com todos os defeitos.
Amizade é processo de maturidade que nos leva ao verdadeiro encontro com as pessoas que estão ao nosso lado. Elas têm todos os defeitos, mas fazem parte da nossa vida e não a trocamos por nada deste mundo. Isso porque temos alma de cristão e aquele que tem alma de cristão não tem medo dos defeitos dos outros, porque sabe que aqueles defeitos não serão espelhos para nós, mas seremos um instrumento de Deus para ele superar esse defeito.Padre só pode ser padre a partir do momento que é apaixonado pelos calvários da humanidade. Se você não consegue lidar com os limites dos outros, é porque você não consegue lidar com os seus limites.
A rejeição é um processo de ver-se. Toda vez que eu quero buscar no outro o que me falta, eu o torno um objeto. Eu posso até admirar no outro o que eu não tenho em mim, mas eu não tenho o direito de fazer do outro uma representação daquilo que me falta. Isso não é amor, isso é coisa de criança. O anonimato é um perigo para nós. É sempre bom que estejamos com pessoas que saibam quem somos nós e que decisões nós tomamos na vida. É sempre bom estarmos em um lugar que nos proteja. Amar alguém é viver o exercício constante, de não querer fazer do outro o que a gente gostaria que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é acima de tudo a experiência do respeito.
Como está a nossa capacidade de amar? Uma coisa é amar por necessidade e outra é amar por valor. Amar por necessidade é querer sempre que o outro seja o que você quer. Amar por valor é amar o outro como ele é, quando ele não tem mais nada a oferecer, quando ele é um inútil e por isso você o ama tanto. Na hora que forem embora as suas utilidade, você vai saber o quanto é amado. Tudo vai ser perdido, só espero que você não se perca. Enquanto você não se perder de si mesmo você será amado, pois o que você é significa muito mais do que você faz.O convite da vida cristã é esse: que você possa ser mais do que você faz! ”

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Enquanto espero pelo(a) amado(a) ...


Enquanto espero pelo(a) amado(a) ...

Você está solteiro (a)? Tem orado ao Senhor pela chegada da sua (seu) amada (o)?


Para alguns solteiros, falar sobre esta pessoa especial é motivo de muita alegria. São muitos sonhos, muitos desejos e muitas expectativas.

Já para outros, falar sobre a espera da pessoa especial é um assunto que não se deve discutir. Muitos não querem exatamente saber o que Deus pensa, mas querem sim, encontrar a pessoa que se encaixa no que eles buscam.

Talvez por achar que nem tudo é espiritual, e que nesta área Deus não se mete. Ou porque tenham acompanhado alguma história desastrosa sobre uma suposta espera em Deus.


Esperar em Deus pelo (a) amado (a), não é tarefa fácil, mas dizemos com propriedade que é o melhor caminho. É realmente um sonho de Deus o casamento e a constituição de uma família.

O Senhor formou com amor e cuidado a primeira família da Terra: Adão e Eva. E tudo o que havia de melhor o Senhor separou para eles. Ainda que tenha entrado pecado, o Senhor não amaldiçoou o homem e a mulher.

Ele continua acreditando e sonhando com a família para cada um de nós. Em Cristo Jesus, a ideia inicial de Deus para o casamento foi restaurada na Cruz do Calvário: alegria, paz, fidelidade, a despeito dos desafios.

Você ora ao Senhor quando precisa de um carro, quando precisa de uma cura, quando precisa de um emprego. Nada mais óbvio do que orar ao nosso Pai pedindo a Ele que nos direcione na escolha de nosso cônjuge.

O mundo defende a ideia de que é preciso se relacionar com muitas pessoas para que você conheça alguém que se encaixe com você e dai se casam. Deus não vê o casamento assim.

O Senhor deseja que nos entreguemos apenas a uma pessoa. Que O amemos acima de tudo e que escolhamos uma companhia para formar uma família que glorifique o Seu Nome. E ninguém melhor do que Ele mesmo para nos ajudar neste momento.

O Senhor marca as pessoas para se casarem? Não temos esta resposta, mas certamente o Senhor quer nos ajudar a fazer esta escolha tão especial. Se Ele é o Senhor absoluto da nossa vida, Ele precisa participar deste momento.

Muitos vivem anos de ansiedade nesta espera. A espera pelo (a) amado (a)! Vale a pena esperar? Vale a pena se guardar? Deus pode mesmo ajudar nisso? Muitos são os questionamentos.

No culto da Família desta semana vamos abordar este assunto e queremos convidar você, solteiro (a), a estar conosco. Você que namora ou que está noivo (a), venha também! Vamos celebrar juntos ao Senhor e aprender um pouco mais sobre seu amor por nós.

sábado, 8 de outubro de 2011

Ovelhas ameaçadas



Os perigos são muitos, inclusive dentro do aprisco.

O rebanho do Senhor nem sempre se encontra nos pastos verdejantes ou nas águas tranquilas (Sl 23.2). O vale da sombra da morte também faz parte do caminho (Sl 23.4). Para as ovelhas, frágeis como são, o ambiente é quase sempre desafiador. Até no meio do rebanho podem ocorrer situações de risco e conflito. As ovelhas mais gordas representam incômodo para as magras e fracas (Ez 34.20). O bode incomoda muito com sua hostilidade. Além disso, existe o assédio faminto de lobos, ursos e leões. Como se tudo isso não bastasse, as ovelhas são prejudicadas também pelos mercenários, os falsos pastores (João 10.12).

Podemos comparar as ovelhas gordas citadas por Ezequiel àqueles irmãos que só pensam em si. Querem todos os benefícios e oportunidades, não se importando com os crentes mais fracos, carentes ou novos na fé.


“Ora nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos.” (Rm 15.1.)


BODES, OS FALSOS IRMÃOS


“Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos bodes.” (Mt 25.31-32.)


Bodes e ovelhas encontram-se juntos muitas vezes, mas não pertencem à mesma família. Dependendo da ocasião, frequentam os mesmos lugares, principalmente os pastos e apriscos. Chegam a fazer parte dos mesmos rebanhos e parecem seguir o mesmo pastor.

Existem entre eles muitas semelhanças: o porte, a pele, alguns hábitos, inclusive alimentares. Tal similaridade pode sugerir a existência de parentesco, o que não é verdade.

Apesar das semelhanças, ovelhas e bodes são espécies distintas, têm naturezas diferentes, e simbolizam dois tipos de pessoas (Mt 25.32).

Ovelhas, carneiros e cordeiros são uma espécie. Cabras, bodes e cabritos são outra. O verdadeiro cristão (ovelha) tem a natureza de Cristo (cordeiro). O comportamento de bodes e ovelhas é semelhante em condições tranquilas, mas na hora da dificuldade as diferenças aparecem. As reações são muito diferentes. No meio da provação é que o caráter de cada um se manifesta de modo mais evidente.
A ovelha é dócil, submissa, sociável, e produz lã. O bode é rebelde, independente, agressivo, fedorento e dá chifradas. Não é por acaso que, em muitos contextos, o bode simboliza Satanás.

A profecia de Daniel a respeito do Império Grego nos ensina sobre a natureza do bode: um animal furioso, que ataca o carneiro, lança-o por terra e pisa sobre ele (Dn 8.5-8).

O texto de Mateus 25.32-46 nos ensina que uma das características do bode é a falta de amor. Ele não toma iniciativas a favor do seu próximo.
Não é responsabilidade da ovelha retirar o bode do meio do rebanho, mas ela pode identificá-lo para se proteger. Nem todos os que estão dentro da igreja são filhos de Deus. Como Jesus disse: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus” (Mt 7.21). O apóstolo Paulo também identificou esse tipo de pessoa e alertou a igreja a este respeito (2Co 11.26; Gl 2.4).

Tal advertência é especialmente útil para os servos e servas de Deus que buscam um relacionamento. Devem tomar cuidado com aqueles que, dizendo-se irmãos, querem induzi-los ao pecado.


“Mas agora vos escrevo que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais” (1Co 5.11).


Jesus disse que bodes e ovelhas serão separados no dia do juízo (Mt 25.32). Ovelhas entrarão no repouso, mas os bodes irão para o tormento eterno.


MERCENÁRIOS, OS FALSOS PASTORES


Além dos bodes, lobos, ursos e leões, o mercenário ou falso pastor é grave ameaça contra a ovelha. Como ela poderá se defender dele? Este costuma ser o seu maior risco, pois nele deposita sua confiança e amor.

Quantas vezes já foi dito que o diabo veio matar, roubar e destruir? A afirmação é derivada do texto de João 10.10. Entretanto, o versículo diz que o "ladrão" faz essas coisas. Tudo bem que se aplique, por princípio, ao diabo, mas Jesus estava se referindo aos líderes ladrões, conforme se compreende pelos versos 1 e 8. Ele estava falando aos fariseus, citados um pouco antes, em João 9.40. E hoje, quantos líderes ladrões existem? Muitos. E estão matando, roubando e destruindo as ovelhas de Cristo. Muitos são aqueles que usam a bíblia e pregam o evangelho, mas com o único propósito de se enriquecerem com o nome de Jesus.

Um líder mau e negligente expõe o rebanho a todos os perigos mencionados. Ele mesmo pode ser o maior de todos os predadores. Isto ocorre quando o seu interesse é apenas pessoal, buscando explorar a ovelha de todas as formas possíveis. Não satisfeito com o leite e a lã, chega a matá-la para devorar sua carne (Ez 34 e Jr.23). É o caso daqueles que exigem todo sacrifício da ovelha e nem querem saber se ela terá, no dia seguinte, uma casa para morar.

Proteja-se dos maus obreiros e reconheça os verdadeiros pastores, fiéis, dedicados, que colocam o bem-estar das ovelhas acima dos seus interesses pessoais, que estão prontos para servir às ovelhas e não explorá-las.


Pr. Anísio Renato de Andrade

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O segredo do casamento



DIA 19/09 Cara parece que foi ontem que tava na loucura ligando pra joquitam naum se atrasar pra chegar no casamento da minha Amiga Renata e Thiago ligava em 5 em 5 minutos kd vc?kkk e ele calma to chegando... uma coisa que nunca disse pra ninguém nem muito menos pra Renata quando ela estava entrando com aquele Brilho que todo mulher quando ama de verdade tem... veio esse pensamento na minha mente e agora flavinha vc perdeu sua amiga!! e meu olhos se enchendo de LAGRIMAS lembro de joquitam ao meu lado rindo da minha cara Tá Chorando Flavinha? eu como sou dura na queda disse a Culpa é sua até hj me lembro disso e começo a rir.Na Despedida nem consegui sair de casa lembro da minha vovó dizendo essa pode ser a Ultima vez o que vc tá fazendo aki ainda mais naum tive jeito minha pernas meu corpo minha mente naum sabe lidar ainda com a tal Despedida!! Quando lembro de tudo isso eu percebo como fui egoista com a felicidade dos outros Hj 19/09/11 Não tem como não dizer que ganhei mais um amigo que tem POR NOME DE THIAGO QUE FAZ UM PESSOA MUITO FELIZ CHAMADA RENATA!! vejo Deus na sua vida/ vejo amor de verdade que hoje dia ta muito/ e apesar que eu seja uma pessoa dificil de lhe dar vejo AMIZADE DE VERDADE por isso fiz essa pequena homenagem espero que naum fique com raiva de mim... foi o que meu coração quiz dizer hj amigos de verdade comemoram tantos dia bom como os mal Li esste texto e naum tem como naum dizer que é VOCÊ THIAGO E RENATA FELICIDADE!!!


O segredo do casamento

Qual será o segredo dos casamentos duradouros?
Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão.
Em verdade, cada um tem sua fórmula especial.
Recentemente lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes.
Ele afirma que um bom casamento deve ser criado.

No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas.
É jamais ser muito velho para dar-se as mãos, diz ele.
É lembrar de dizer "te amo", pelo menos uma vez ao dia.
É nunca ir dormir zangado.

É ter valores e objetivos comuns.
É estar unidos ao enfrentar o mundo.
É formar um círculo de amor que uma toda a família.

É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.
É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.
É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito."

E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo.
Ser natural e saber agir com tato.
É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.

É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro.
Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido.
É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos.

É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia.
É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro.
Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois.

É ser o apoio diante dos demais.
É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal.

É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro.
Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente, detalhes pequenos mas importantes.

É saber dar atenção para a família do outro pois,
ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade.

É cultivar o desejo constante de superação.
É responder dignamente e de forma justa por todos os atos.
É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro.

O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio,
vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita.

O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura,
não tende a acabar, mas amplia-se,
uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes,
manias e costumes de um e de outro.

O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade,
da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida.

domingo, 18 de setembro de 2011

Qual é o tempo de Deus?


Qual é o tempo de Deus?

O tempo de espera pode edificar nosso caráter, enquanto aguardamos que o caráter de Cristo se forme em nós.

“Bem-aventurado o homem que me dá ouvidos, velando às minhas portas cada dia, esperando às ombreiras da minha entrada.” (Provérbios 8.34.)

Esta palavra nos diz que somos abençoados quando damos “ouvidos” a voz de Deus, vigiando e esperando diariamente às suas portas. Mas como Deus usa os períodos de espera para abençoar-nos?

A maioria das pessoas provavelmente acha difícil esperar, a Bíblia nos diz que devemos esperar. “Descansa no Senhor e espera nele.” (Salmos 37.7.)

É bom lembrarmos sempre que o tempo de Deus não é o nosso, o dia que Ele irá nos entregar o que tanto almejamos, não será o dia que idealizamos, mas no tempo dele. Deus trabalha em silêncio. O tempo de Deus difere do nosso. Seus caminhos não são os nossos, vivemos segundo o tempo terreno, porém, Deus vê tudo sobre uma perspectiva espiritual.

Viver em um mundo cujo tempo é cronometrado, e esperar pelo tempo de Deus é difícil, especialmente quando pedimos algo que queremos ou precisamos de imediato. Ainda que oremos e tenhamos fé, precisamos nos lembrar que o resultado e o tempo estão nas mãos de Deus. O tempo de espera pode edificar nosso caráter, enquanto aguardamos que o caráter de Cristo se forme em nós.

Esperar em Deus significa renunciar nossa própria vontade e deixar que Ele venha agir por nós, aprender neste tempo a ser paciente, adquirindo crescimento emocional e espiritual.

Todas as coisas que Deus permite acontecer em nossas vidas, são benéficas, ainda que não entendemos exatamente o que Ele está fazendo, temos que confiar. O Senhor tem os melhores pensamentos ao nosso favor, e transformará nossa vida segundo o seu propósito.

Espere no Senhor, qualquer que seja a circunstância que estiver passando, Ele já projetou tudo em sua vida para resolver no tempo certo. Não se desespere, o melhor tempo é o do Senhor para nossas vidas!

domingo, 4 de setembro de 2011

Baile De Máscaras


O surgimento da máscara não tem origem especifica, mas estas a princípio foram usadas em cerimônias religiosas de tribos primitivas. Depois, o caráter religioso foi abandonado e elas ficaram famosas quando começaram a ser utilizadas no teatro Greco-Romano, e anos mais tarde no famoso Carnaval de Veneza. No século XVIII as máscaras eram tão usadas nessa cidade que a polícia proibiu o uso delas, pois as mesmas dificultavam a identificação de criminosos que as utilizava na prática de seus crimes.

Ultimamente tenho percebido que estou vivendo num eterno baile de máscaras. Muitos se utilizam destas para se esconderem de algo, só que neste caso não é para diversão. Mas talvez eu NÃO esteja num baile, estou mesmo voltando aos tempos primitivos, quando os povos as usavam para adoração. Se estiver triste, usa a máscara da Alegria; em pecado, usa a da Santidade; se for traição, usa a máscara do Marido/Esposa perfeitos; se estiver vazio, usa a do Avivado; “sons” falsos, as de Amigo, e por ai vai! Uma vida de mentiras, de vida dupla, onde, às vezes, conseguimos enganar até os escolhidos, como diz a Bíblia.

Deparar-me com tantos ‘MASCARADOS’, principalmente no meu do ‘Arraial’, fez brotar em mim muitos sentimentos, emoções, sensações e a mais difícil das perguntas a ser respondida: “Por quê?”

Você acha que recebi respostas? NÃO! Por isso resolvi escrever isto. Eu como alguém que já usei algumas máscaras, mas graças a Deus foram jogadas fora, me lembrei de que o Onisciente, Aquele que sabe todas as coisas, ao contrário da polícia Veneziana, que tinha dificuldade para encontrar um delinquente atrás da máscara, vê, conhece e sabe todas as coisas, há de julgar cada um, segundo as suas atitudes; segundo as suas obras.

A Ele não se engana, pois o homem vê apenas a aparência, mas o Senhor, vê o profundo e oculto do coração. (1Sm 16.7)
Pense nisso!

Deus te abençoe!

domingo, 28 de agosto de 2011

Sem Jesus não dá, não


Sem Jesus não dá, não


Após a morte de Josué, já estabelecidos na terra prometida, os israelitas iniciaram uma apostasia nacional. Repetidas vezes e meio que inexplicavelmente, eles se esqueceram do pacto, da lei, de como foram retirados do Egito e que Yahweh era único. O livro narra várias vezes esses desvios.

Foi um período crítico e sombrio, e a causa visível para isso é a ausência de um líder sobre a nação, como Moisés e o próprio Josué foram. Foi o tempo de juízes que se levantavam para compensar essa falta. Alguns eram bons, outros nem tanto. Houve juízes abençoados como Gideão e Débora, mas houve reprováveis como Abimeleque e Sansão (embora sua vida seja muito pregada, ele foi um exemplo de um ministério infantil e soberbo). Esse foi o panorama político e religioso em Israel nesse período.

“Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos.” (Jz 21.25.)

Faz muita falta um líder, e é isso que enfatiza o autor de Juízes. E hoje não é diferente. Seja para um país, para uma empresa, para uma igreja. Mas não é essa abrangência que quero. Estou falando de nossas vidas. E não quero falar de liderança humana. Quero falar do Senhorio de Cristo.

Quando lemos Juízes e olhamos nossas vidas, somos obrigados a admitir: custou muito caro cada momento em que Cristo não exerceu sua liderança em nós. Custaram caro os tropeços e as quedas que sofremos por seguirmos aquilo que nos parecia bom.

O livro de Juízes deixa claro que assim como Israel, nós, o Israel espiritual, não fomos criados para viver sem Deus. Há um grande propósito em nossa existência e esse propósito diz que devemos viver sob a autoridade do verdadeiro Pastor, que nos garante sustento, segurança, plena satisfação; que acalma nossa alma, que nos consola quando o vento não está favorável; que se mantém fiel ao que prometeu e nos garante uma eternidade ao Seu lado. Parece que foi isso que ele quis mostrar aos israelitas naquele período.

Não há senhorio de Cristo em nós se não nos submetemos a Ele e sua vontade. A nossa, obrigatoriamente, precisa morrer. Além disso, não há senhorio de Cristo se não há devoção. Nossa submissão a Cristo sempre terá desdobramentos práticos e isso resultará em uma crescente busca por Ele; teremos prazer em perder nossa vida inteira nele e nossa comunhão com ele será viva e real e afetará cada área de nossas vidas, inclusive as mais simples.

Não caiamos no mesmo erro dos israelitas daquele período ao viver uma falsa devoção e comunhão. Não vamos escolher tropeçar na Rocha em que, na verdade, deveríamos nos apoiar. Será sofrível se assim o for! Será sofrível se, mesmo com toda a confissão externa de entrega a Cristo, formos guiados por nós mesmos.

Mais para frente, as coisas começaram a se ajeitar, uma vez que o ofício profético e sacerdotal foi restabelecido na pessoa de Samuel. Além disso, um rei foi escolhido pelo povo – Saul – que anos depois foi substituído por outro rei: o que foi escolhido por Deus – Davi. Da descendência desse rei, o mundo conheceu o Rei dos reis – Jesus. Tudo isso, perceba, como consequência de um período sombrio em que Deus era desconhecido.

Que estejamos longe de seguir homens, falsos líderes, cujo guia é a sua própria vontade. Que sigamos Cristo – como autênticos cristãos – e deixemos nossa vida ao seu controle. Sendo assim, desfrutaremos do jugo suave e do fardo leve que somente Cristo nos proporciona. Isso é, de fato, viver. Não viver para nós mesmos, mas para aquele que nos criou e nos chama a um relacionamento consigo; eterno e garantido por um amor que jamais muda.

:: Por Tiago Lino Henriques